quinta-feira, 25 de abril de 2013

Momento "Mamãe coruja"


Dispensa maiores comentários, não é mesmo?  Começo a experimentar o gostinho das vitórias dos filhos.  Já tinham me dito, mas agora tenho certeza: o sabor da vitória dos filhos é muito melhor do que o sabor das nossas próprias vitórias.
Quem venham mais.

domingo, 31 de março de 2013

Caça aos ovos de páscoa

"Coelhinho da páscoa que trazes pra mim?"
 
Bem, a Fernanda fez uma linda pintura de presente para o Coelhinho da páscoa e deixou uma cenoura fresquinha para garantir o seu ovo de páscoa.  Parece que deu certo.
 
 



Feliz Páscoa, pessoal!

sábado, 30 de março de 2013

Festa da Galinha Pintadinha - 2 aninhos

Mas é claro que teve festinha também, gente! Uma data dessas não poderia passar em branco, poderia?  Mas esse ano optamos por algo, digamos, alternativo.  Nada perto do que foi o ano passado.  Festinha caseira, mamãe e madrinha foram as decoradoras, menos de 30 convidados e, principalmente, menos stress.  Deu muito certo, a comemoração foi bem animada, a aniversariante se divertiu bastante, estava super empolgada e a vontade com uma velha amiga: a Galinha Pintadinha.
 



















 

sexta-feira, 29 de março de 2013

2 anos da Fernanda

Como é que eu pude viver 29 anos sem a Fernanda? Como era a minha existência sem a sua luz, sem seus abraços, sem seus beijinhos?  Não acho respostas.  A Fernanda, há exatos 2 anos, transformou nossas vidas e adoçou nossa existência.  Trouxe o temperinho que faltava.  A gente nem sabia, mas agora que ela está conosco, percebemos que tudo está melhor, mais gostoso.  E como é bom a nossa vida assim.
Diziam-me que ter filho é voltar a ser criança.  No meu caso, acho que estou sendo a criança que não fui.  Adoro sentar no chão e, simplesmente, brincar.  Nada me faz mais feliz do que envolvê-la numa dança louca do "palhaço picolé", desenhar uma centena de ovos (seu desenho preferido, pasmem), montar carrinhos, castelos e robôs com peças de encaixe, falar um monte de abobrinha ao telefone de brinquedo para alguém que não está do outro lado da linha, só para diverti-la.
E eu também estou aprendendo, aprendendo a compreender e desvendar essa menina linda.  Interpretar suas palavras, as vezes mal pronunciadas, e isso, certamente, é um ótimo exercício para o meu cerébro.
Ué, mas de quem é mesmo o aniversário?  O aniversário é da Fernanda, mas o presente é nosso.  Nós que estamos ganhando convivendo com esse anjo que Deus colocou na terra e que nos ensina todo dia o significado verdadeiro de felicidade, nos faz desfrutar do amor mais genuíno e sublime que existe e nos mostra que tudo vale a pena.
São 2 anos da Fernanda. São 2 anos de felicidade.  Parabéns, Fernanda.  Que Deus te cubra de bençãos!
 
 

quinta-feira, 28 de março de 2013

1 mês depois do desmame

Ninguém disse que seria fácil, mas agora posso dar o meu testemunho e, para adiantar, revelo a "chave do negócio": PERSISTÊNCIA. 
Claro que é preciso que os pais estejam bastante seguros de que é a "hora certa" para o desmame ser bem sucedido.  E isso nós estavámos.  Se tiver qualquer sombra de dúvida, a recaída será inevitável. 1 ponto para nós.  Mas, ainda assim, é muito difícil "segurar a onda" nos primeiros dias. 
E que primeiros dias! Ou melhor, "que primeiras noites"!  Foi muito choro. Horas à fio. Usei todo o conhecimento adquirido nas leituras sobre o assunto, mas aquele chororô parecia que não teria fim.  O discurso foi o que já estava utilizando antes: "filha, o leite secou".  O que mudou foi a resposta: "secou não, mamãe! Quer peito!".
Precisava adaptar a rotina urgentemente.  Durante todas as primeiras noites buscava desesperadamente, e sem sucesso, por algo que pudesse fazê-la feliz ao ponto de esquecer do seio e és que, de repente, achei.  Achei o Lino!  Lino é o personagem de um livro infantil que ela se envolveu rapidamente.  Tinham vários outros livros, histórias e personagens, mas foi por Lino que ela se engraçou. Santo Lino! Passadas 5 noites as coisas começaram a se acomodar melhor.  A leitura foi a nossa tábua de salvação.
Agora nossa rotina noturna é: banho, pijama, leitura, "dadau" (leitinho com nescau) às vezes e dormir quando o soninho chega.  Tudo embalado pelas canções preferidas da pequena, interpretadas pela mamãe, até adormecer completamente no seu bercinho.  Tiveram noites que a rotina fugiu um pouco, a rede teve que entrar em ação, mas percebia que estava no caminho certo. 
30 dias depois do início do processo, apesar de ainda estar produzindo leite, posso dizer, seguramente, que a Fernanda está desmamada.  Ela já não pedi para mamar e posso carregá-la no colo sem temer em ter o seio exposto em praça pública.

Como eu previa, não houve grandes mudanças nos hábitos alimentares da Fernanda.  Ela não passou a comer muito mais e melhor ou a aceitar o leite de vaca com mais facilidade por não estar mamando.  Ou seja, não era a amamentação que a fazia ser assim, seletiva, inapetente.  Portanto, fica a dica, não deixem de amamentar seus filhos o máximo de tempo possível por pensarem que isso dificultará a aceitação de novos alimentos.  Cada criança é de um jeito.  Eu fui premiada com uma de pouco apetite, mas essa pode não ser a sua "sorte", e assim caminha a humanidade.
 
 
 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Alegria de viver


Ver uma apresentação dessas logo cedo, antes de sair para o trabalho, melhora o dia de qualquer um.

domingo, 10 de março de 2013

1ª festinha sem os papais

Hoje vivemos um dia marcante.  Ou melhor, hoje vivemos mais um dia marcante.  Pela 1ª vez a Fernanda saiu de casa sem nós, os papais.  O destino foi a festinha de aniversário da filha de uma amiga da "Dinda", que se encarregou de levar a nossa linda pequena para o evento que, pelo jeito, ela curtiu bastante.  Não chorou, brincou bastante e voltou toda feliz.
Na hora da saída para o evento ela hesitou, mas logo se envolveu com a expectativa de uma festa cheia de chocolate, deu-nos as costas e seguiu.  Ela cresceu!
Achei muito importante esse momento.  Acredito ser necessário o estreitamento dos laços com as pessoas mais próximas e que também amam a Fernanda incondicionalmente, como a sua Dinda.  É um voto de confiança e uma oportunidade para nós, papais, termos umas horinhas de descanso, afinal, ninguém é de ferro.
Aproveitei para tomar um café com amigas da faculdade.  Foi maravilhoso, apesar do pensamento, volta e meia, pairar "naquela festinha".  Normal. Mãe é mãe.




 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Fernanda: a leitora de logomarcas

Essas crianças de hoje em dia estão sempre nos surpreendendo.  Acho que, atualmente, o ambiente em torno delas é tão instigante que o desenvolvimento é cada vez mais precoce.  Segundo minha mãe e tias, marcos que a nossa geração atingia por volta de 3 anos, por exemplo, as crianças de hoje superam com 2 anos e por aí vai.  A escalada é constante, não para.
 
Aqui em casa eu tento fazer a minha parte e estou sempre estimulando a Fernanda e ela responde à altura, o que nos deixa muito orgulhosos, claro.  Além dela já compreender vários opostos como cheio/vazio; triste/feliz; aberto/fechado; alto/baixo; quente/frio e etc, contar certinho até 10, eu me dei conta que ela também já memorizou vários símbolos e os reconhece nos mais diversos locais.
 
Dia desses, no trajeto para o colégio, ela identificou uma loja do "Sacolão" e só pode ter sido pela logomarca, pois nunca fomos lá.  Isso sem falar da logo do Carrefour, a primeira a ser identificada e até no RJ, diga-se de passagem, dos postos Ipiranga, sempre que ela vê fala "gasolina", do Shopping Cidade Jardim, onde a "dinda" trabalha, da farmácia Pague Menos e por aí vai. 
 
Será que vem por aí uma publicitária de sucesso?  Quem sabe...


 
 
 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Desmame - Parte III

Como tudo na vida tem começo, meio e fim, encaro, não sem uma ponta de dor, o fim do período de amamentação da nossa filha, mas com a sensação de dever cumprido.  
Inicio hoje a terceira e última etapa do desmame, a parte mais difícil, o fechamento de um ciclo.
Até hoje, para a Fernanda, a hora de dormir foi igual aos últimos 700 dias: tomar banho, mamar e dormir.  Mas a partir de amanhã será diferente.
Essa noite ofereci o seio a minha filha consciente de que seria a última vez.  Me esforcei para memorizar cada detalhe daquela cena.  Fiz uma fotografia mental e me senti orgulhosa por ter conseguido ir tão longe.  Foram 23 meses.  Que felicidade!
Imagino que terei um grande desafio nos próximos dias, afinal são quase dois anos de uma rotina inalterada e a Fernanda vai reclamar muito até se adaptar.  Esse, inclusive, dizem as mães mais experientes, é o grande viés da amamentação prolongada: geralmente, quanto mais o tempo passa, mais difícil é o desmame. Pode ser que sim.

Voltarei para contar como foi aqui em casa.

Por hora fica o registro da emoção e do orgulho de ter aproveitado ao máximo essa fase da maternidade e da gratidão ao meu Deus pela oportunidade de vivenciar inúmeros momentos de felicidade extrema que a amamentação de um filho gera.

Sou mãe. Sou feliz. Amamentei.

 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Readaptação

Uma tosse que surgiu "despretenciosa" em pleno domingo de carnaval em Fernanda evoluiu rapidamente para um quadro de bronquiolite.  Peito chiando, cansaço, acessos ruidosos de tosse e foi necessário entrar com medicamentos para controlar a crise.  Por essa eu não esperava.  Pelo menos não tão logo.
O estado de saúde pedia repouso e, seguindo orientação médica, não a levamos à escolinha por uma semana.  Hoje, com claros sinais de melhora, fizemos o seu regresso à escola e, pasmem, muito choro rolou.
Tudo que eu lamentei pelos outros pais na 1ª semana estava acontecendo comigo.  Choros, gritos desesperados de "mamãe", bracinhos frágeis agarrados à pescoços maternos/paternos.  Não, não pode ser!!! Essa não é a mesma Fernanda! Aquela que vibrava quando entrava na rua da escola, que ia tranquilamente para os braços da tia Vanessa, que recebeu vários elogios pelo comportamento exemplar.  Mas era. O pior que era.
Eita sofrimento grande.  Cruzei o portão de entrada com o coração em mil pedaços.  É chegada a hora do processo de readaptação.  Após esse período afastada do ambiente escolar, ela já não reconhecia aquele lugar como sendo "legal" o suficiente para substituir o dengo dos papais no aconchego do lar.  Aqueles brinquedos também já não eram mais uma novidade.  Será preciso um pouco mais de tempo para ela curtir novamente a sua escolinha. É muito comum ocorrer problemas desse tipo após as férias escolares.  No caso da Fernanda a semana ausente à fez regredir no processo inicial de adaptação.
A professora disse que ficassemos tranquilos que era muito comum acontecer aquilo.  A nós, papais, só resta administrar a situação, conversar bastante, controlar as emoções e demonstrar confiança para que ela se sinta novamente à vontade.  Que Deus nos guie!
 
 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

E agora, José?

Mãe é um bicho esquisito mesmo.  O tempo passa, a gente amadurece, fica mais segura e experiente, mas, de repente, se vê sem saber o que fazer diante de alguma situação.
Ontem, 14/02/2013, lá estava eu com o desejado "vale-tarde" nas mãos (folga do trabalho, Fernanda na escola, secretária em casa e marido disponível) e... Oba? Que nada!  Me bateu uma angústia, um vazio.  Parecia que eu tinha uma viiiiiida inteira pela frente sem "nada" para fazer. Uma sensação tão estranha e dolorosa. Eu me perguntava repetidamente: "e agora, José? eu vou fazer o quê?". Não tinha médico nem dentista marcado, não estava precisando ir ao banco ou supermercado, não dava para visitar ninguém em plena tarde de quinta-feira, não tinha concentração para estudar... Aff! Que dilema!
Entendi direitinho a seguinte frase: "minha vida não tem sentido sem você".  O(s) filho(s) preenche(m) nossas vidas de tal maneira que quando não o(s) temos por perto ficamos assim, sem ter (ou saber?) o que fazer. 

Cheguei a conclusão que preciso, URGENTEMENTE, reaprender algumas lições básicas, que eu sabia direitinho até uns 30 meses atrás, de como aproveitar a vida, o tempo livre, a fazer algo pensando só em mim. Vivendo e (re)aprendendo sempre.

Enquanto isso, depois de muita "reflexão", resolvi ir comprar fraldas.  Acho que foi uma boa alternativa. 

PS.:  Esse também foi o primeiro dia que a Fernanda ficou sozinha na escolinha das 13:15 h às 17:15 h.  Sucesso total!  A tia Vanessa disse que ela ficou super bem, não chorou em momento algum, lanchou bem, e que seria ótimo se todos os novatos tivessem a mesma facilidade de adaptação. \0/. Parabéns, filha! Você nos enche de orgulho!


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

1° dia de aula! Minha bebê cresceu!

O grande dia chegou!  Tive muito receio de que a expressão popular “coração saindo pela boca” pudesse se concretizar realmente, pois essa era a minha sensação desde que abri os olhos na manhã do dia 05/02/2013.  Revivi o meu retorno ao trabalho em outubro de 2011, depois dos 7 meses de licença maternidade.  Que angustia imensurável.
Naquela ocasião eu estava deixando a minha bebezinha linda, indefesa e dependente aos cuidados de outra pessoa pela primeira vez nas nossas vidas, mas ainda em nosso lar. Agora a história é outra.  Vou deixar minha menininha linda, voluntariosa e (in) dependente, na escolinha, fora do aconchego da nossa casa, com várias outras criancinhas sob os cuidados de “tias” ainda desconhecidas... Será que o meu coração vai aguentar?  Será que a pequena vai gostar ou vai chorar até ficar roxa? Só o tempo para dizer.
Havia várias semanas que conversávamos sobre essa nova fase e acho que ela já tinha absorvido bem a ideia de que iria ficar um período do dia fora de casa, que teria uma tia nova na escolinha e um monte de amiguinhos.  Chegado o dia, busquei dentro de mim toda a segurança de que estava fazendo a coisa certa, me revesti dela e demonstrei à nossa filha todo o meu contentamento por ela está dando mais um passo rumo ao “mundão de meu Deus” que a espera lá fora.  E não deu outra, animação geral da mais nova estudante do pedaço.  Alguém duvida?







Vamos aos detalhes sórdidos....
13h desembarcam papai, mamãe e filhota em frente à escolinha e adentramos no recinto escolar.  Eu sem saber muito bem como me comportar, o que falar, para onde ir, por onde começar, afinal eu também era estreante.  Tentei relembrar os meus primeiros dias de aula quando criança e recordei que a primeira coisa à fazer era localizar a sala de aula e lá fomos nós. 
1ª impressão: é uma escola ou um hospício?  Crianças correndo e gritando para todos os lados, choros desconsolados pátio à fora, bolos de crianças descendo dos escorregas, escalada de brinquedos.. Aff.  Tudo, claro, monitorado por um batalhão de "tias" vestindo azul, mas a sensação era de um frenesi geral. 
Localizamos a sala, fizemos uma breve ambientação pois, a essa altura, Fernanda estava desesperada querendo a todo custo se meter no meio das outras crianças e brincar no "paquinho".  Lá fomos nós.  Deixamos que ela ficasse à vontade e brincasse bastante até que os outros coleguinhas de turma chegassem.  Tirá-la do tal do parquinho foi uma tarefa árdua que coube à mim.  Não teve argumento que evitasse a crise de birra, com direito a choro, grito e etc.
Fiquei todo o tempo dentro da sala com ela, mas logo percebi que a adaptação não seria difícil.  Ela só me procurava para conferir se eu continuava lá, mas se envolveu facilmente com as atividades, o que me deixou muito feliz e tranquila, sinal de que ela não está sofrendo.
O lanche não foi tão ruim, mas também não me contentou completamente.  Além do brinde (pipoca com algodão doce que ela devorou rapidinho) teve pão bisnaguinha com requeijão e suco de acerola.  O pão comeu quase todo, mas o suco tomou menos da metade.
 
A minha 1ª turminha...
Éramos 9 crianças, 7 meninas e 2 meninos, tinha um par de gêmeas idênticas que choraram a tarde inteira, alguns coleguinhas mais velhos e outros quase da minha idade.  Acho que vou ser feliz aqui!
 
É certo que ainda temos algumas etapas da adaptação a serem superadas, mas acho que nos saimos muito bem nesse primeiro dia e que venham os próximos. 
 
Desejamos toda sorte de bençãos para a Fernanda no início dessa imensa jornada de estudos que perdurará por anos à fio e, se Deus quiser, proporcionará muito sucesso na sua vida adulta.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

1° corte de cabelo :)

Aconteceu em 02/02/2013.
 
Eu estava assim...

 
 
E fiquei assim...
 
Gostaram?  Perceberam a diferença, não é? rs... Beijos!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Desmame - Parte II

Dias tensos devido a problemas de saúde da Fernanda - primeiro uma suposta gastroenterite que rendeu quase uma noite inteira na emergência, 4 dias depois febre de quase 40° e outra visita à emergência e 10 após uma gripe daquelas, com direito a cansaço, e a 3ª ida à emergência em menos de 30 dias.  Ufa... Nem preciso falar o quanto ficamos esgostados com essa maratona de doenças, não é mesmo?  Como é ruim ter criança doente em casa.  Noites mal dormidas, preocupação constante, inapetencia, irratação e manha tudo junto.
Me chamou muito a atenção esse(s) episódio(s) porque a Fernanda sempre foi muito forte e dificilmente ficava doente.  Mas, de uma hora para outra, começou a apresentar esses probleminhas típicos de criança.  Foram 3 gripes em 3 meses.  E olha que as aulas ainda nem começaram.
Como uma mãe traumatizada que sou, já comecei a associar essa "queda de imunidade" à má alimentação (em termos de quantidade, ressalte-se, pois o pouco que nossa filha come é fresco, caseiro e natural) que é peculiar à pequena. Ai como eu sofro!
 
Essa situação acabou postergando um pouco o segundo passo do desmame, já que o aleitamento era um aliado na recuperação da pequena convalescente.  Somente agora, quase 2 meses após a retirada da 1ª mamada, foi possível tirar a 2ª, a diurna.
Mais uma vez a Fernanda nos surpreende.  Imaginei que o fato de não mamar logo após o seu despertar matutino, depois de uma noite de sono e 12 horas de jejum iria aceitar o leite de vaca, mas me enganei novamente.  Mesmo assim ela não quer saber do outro leite, para minha tristeza.  Isso pediu uma adaptação na rotina.   O café da manhã que era por volta das 8h foi adiantado para as 7h.
Até agora o processo vem sendo bem tranquilo.  Expliquei que o peito tinha secado e só ia encher de novo de noite e ela está aceitando super bem.  Mais uma etapa vencida \0/.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Rio de Janeiro, lá vou eu!

Hora de relatar como a Fernanda se comportou na sua segunda viagem de avião.  Não vou negar que estava apreensiva.  Temia que ela se sentisse incomodada, por não poder circular livremente como ela gosta e fizesse algum escândalo.  Mas, felizmente, foi muito melhor do que eu imaginava.  Uma parte do tempo de voo ela dormiu e na outra parte deu para distraí-la.  Uns brinquedos, o computador de bordo... Ufa! Aterrizamos. Desafio vencido. 
A estadia na cidade maravilhosa também foi maravilhosa.  Com exceção, claro, da alimentação. Tinha que ter esse "porém", não é mesmo?  Esse quesito foi um terror.  Aff...  A pequena também sofreu um pouco com o calor que estava escaldante, mas não tirou sua alegria e disposição.  Acho que ela curtiu a viagem tanto quanto nós.
 
Mas vamos a parte boa.  Hora de ver alguns registros do passeio.