segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
A adolecência infantil - haja paciência, meu Deus!
Meu Deus, será que essa fase é tão intensa assim com todos? Quanto tempo dura? Acho que conheci crianças mais... digamos... calminhas.
A principal característica dessa fase da Fernanda é a busca incessante pela independência e é o que vem desencadeando muitas das suas "encenações". Essa, inclusive, sempre foi uma marca sua, naturalmente, sem qualquer estímulo. Lembro que antes mesmo de conseguir andar, ela já queria calçar-se sozinha. Era o primeiro sinal do que estava por vir.
Hoje, com 1 ano e 8 meses, a Fernanda berra e esperneia, literalmente, por querer fazer tudo sozinha e ao seu modo, o que, definitivamente, não é possível.
As crises de birras vem ocorrendo com certa frequência, com direito à xiliques em shoppings e supermercados. Sabem aquela cena clássica da criança contrariada se jogando no chão em público? Já estreei.
Assim como quando acontece em casa, eu procurei minimizar e desviar o foco, mas não deu para me safar dos olhares reprovadores, que eu, um dia, certamente, lancei para alguém (confesso!), e rolou um certo constrangimento. Mas o que fazer, além de rezar para que essa bendita fase passe logo e que Deus nos dê pulso forte e paciência, muita paciência, para conduzir essas situações?
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Noites tranquilas. Tranquilas noites.
Como já foi relatado aqui no blog, eu, infelizmente, não faço parte do seleto grupo das mamães de filhotes que, mesmo antes do 1° aniversário, já têm (e dão aos pais) lindas e longas noites de sono. Aqui em casa, apesar de sempre ter uma rotina estruturada e, em alguns períodos, ter sido até escrava dela no anseio de uma noite de sono sem interrupções, não foi fácil disciplinar o sono da Fernanda. Pesquisei e li bastante sobre o assunto e cheguei a conclusão que teria que dar tempo ao tempo. Minha parte eu fiz e faço: sigo as rotinas, tirei as mamadas da madrugada (o papai foi fundamental nessa missão) e acostumei-a a dormir em seu cantinho e, de vez em quando, ganhava o presente almejado: uma noite inteirinha de sono.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Desmame - Parte I
20 meses se passaram e começo a perceber que a primeira parte da minha missão de mãe -amamentar - está chegando ao fim. Hoje eu me sinto preparada para encarar essa etapa e acho que a Fernanda também, pois cada dia que passa seu nível de compreensão aumenta e já é possível argumentar, explicar e até negociar certas coisas com ela.
O PLANO: Como tudo na criação da nossa pequena, temos nos paltado no respeito ao tempo dela e na tranquilidade para encarar as várias mudanças de fase que atravessamos até hoje. E nesse caso não será diferente. O desmame será gradual, sem pressa nem pressão. Iniciamos hoje com a retirada da mamada das 14h, permanecendo com a matinal, que será a próxima a ser eliminada, e por fim a de antes de dormir, a última e, provavelmente, a mais difícil também.
NA REAL: Para dissociar a soneca da tarde com a amamentação atribui a tarefa de colocá-la para dormir de tarde à babá. Com muita insistência, Neide conseguiu dar um "gagau" (mingau) em substituição à mamada, sob o argumento de que ela "é mocinha, e mocinha toma mingau e não peito". Colou, não sem protestos, claro, mas ela aceitou. Pouco (cerca de 30 ml) mas aceitou.
Se tudo correr como o esperado, em março ela estará totalmente desmamada e mamãe e filha terão que estabelecer novas formas de aconchego para nos mantermos conectadas. Já sinto saudades... Coisas de mãe.
O PLANO: Como tudo na criação da nossa pequena, temos nos paltado no respeito ao tempo dela e na tranquilidade para encarar as várias mudanças de fase que atravessamos até hoje. E nesse caso não será diferente. O desmame será gradual, sem pressa nem pressão. Iniciamos hoje com a retirada da mamada das 14h, permanecendo com a matinal, que será a próxima a ser eliminada, e por fim a de antes de dormir, a última e, provavelmente, a mais difícil também.
NA REAL: Para dissociar a soneca da tarde com a amamentação atribui a tarefa de colocá-la para dormir de tarde à babá. Com muita insistência, Neide conseguiu dar um "gagau" (mingau) em substituição à mamada, sob o argumento de que ela "é mocinha, e mocinha toma mingau e não peito". Colou, não sem protestos, claro, mas ela aceitou. Pouco (cerca de 30 ml) mas aceitou.
Se tudo correr como o esperado, em março ela estará totalmente desmamada e mamãe e filha terão que estabelecer novas formas de aconchego para nos mantermos conectadas. Já sinto saudades... Coisas de mãe.
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