domingo, 30 de outubro de 2011

Dia de festinha! 7 meses da Fernanda!

Dia 29 é dia de comer bolo! Êba!!! É o sétimo mesversário da Fernanda!  Muitas felicidades e saúde para a nossa bebê.
Pode até parecer bobagem, mas esse dia é muito significativo para nós e, claro, não podemos deixar passar em branco. As comemorações são simples, geralmente só estamos nós três, mesmo.  Mas aproveitamos para relembrar os momentos de imensa felicidade que foram a chegada da Fernanda em nossas vidas, dia de agradecer com mais força à nosso Pai maior pela vida e saúde da nossa filha.  Enfim, dia de festa em nossos corações.

A Fernanda, agora uma mocinha de 7 meses, está super esperta.  Não para quieta um segundo.  Quer ver, pegar, bater, lamber e morder tudo que vê pela frente.  Já senta sem apoio e está quase, mas quase, engatinhando.  Os cabelos é que ainda não deram o ar da graça... Risos.
A alimentação está evoluindo.  Ainda tem dias que ela dá um certo trabalho para comer a papinha salgada, mas tem dias que limpa o prato.   Esses, por sinal, são os dias mais felizes da mamãe, claro.  Volto para o trabalho bem mais tranquila quando sei que a deixei bem alimentada.  Aos poucos ela está aceitando a mamadeira e o copo de treinamento.  Graças a Deus! Menos sujeira à vista!
A amamentação continua 3 vezes por dia, antes de dormir e durante a madrugada, o que me deixa uma mamãe cada vez mais realizada.  As madrugadas ainda estão movimentadas, mas esses últimos dias, com o retorno da Fernanda ao seu quarto, que estava emprestado aos tios Gilberto e Aline, foram menos exaustivo.  É isso aí.  Paciência que chegaremos lá!


sexta-feira, 28 de outubro de 2011

114 noites mal dormidas

No post de hoje trago uma estatística não muito legal para a mamãe aqui:  há quase 4 meses eu não durmo uma noite inteira, sem interrupções.  Para ser mais exata, desde o dia 06/07/2011 que isso não ocorre.
Nossa filha é linda, nos enche de felicidade e orgulho, graças a Deus é super saudável e nós a amamos incondicionalmente.  Mas essa rotina movimentada, madrugada a dentro, não tem disposição de mamãe que resista.
O cansaço é um estado constante e as olheiras, ah... essas já fazem parte do visual da mamãe.  Agradeço sempre a Deus por estar me dando paciência para atravessar essa fase, mas tenho que confessar: ESTÁ SENDO MUUUUUUUUUUUUITO DIFÍCIL!  Todas as noites, vendo a Fernanda adormecida, eu penso: será que vai ser hoje?  Mas a resposta vem em forma de choro, sempre antes da 0:00 h.

Já não sei o que fazer.  Alguns indicam chás, outros que desmame a Fernanda, outros que a deixe chorar por horas a fio de madrugada e há quem diga que o jeito é esperar o tempo passar.  Mas quanto tempo será que eu ainda aguento?  Está ficando tudo muito mais difícil depois que retomei as atividades profissionais.  Falta disposição durante o dia e sobra afazeres no trabalho e em casa.  Ow vida boa aperriada, essa de mamãe, hein?!

domingo, 23 de outubro de 2011

Uma semana depois: o depoimento

Existe vida após a licença maternidade! 
Parece óbvia essa afirmação?  Então você não é mamãe!  Eu tinha sérias dúvidas se eu sobreviveria.  Uma semana antes do dia D, eu comecei a sentir um aperto no coração, uma falta de ar que me deixava com sérias dificuldades para respirar.  Cheguei a pensar que estava doente, mas o papai logo alertou: "o problema está no seu psicológico, você está muito tensa".  E não é que ele tinha razão!
Chega a segunda-feira.  Fernanda parece ter adivinhado que algo importante ocorreria e acordou 4 vezes durante a madrugada, a última por volta das 4:30h, ficando acordada até as 5h, quando eu, já exausta, "passei a bola" para o papai, que levou a baby para a nossa cama por volta das 6h, onde acabou dormindo até as 7h.  Ufa! Que bom começo de conversa, hein?
Cansaço à parte, saí por volta das 7:50h e foi aí que descobri que o ditado "coração saindo pela boca" fazia todo o sentido do mundo.  Gente... muito esquisita a sensação!  Não conseguia nem falar direito.  Nossa!
Ah... mas vocês devem estar se perguntando porque eu não falei primeiro como ficou a Fernanda.  Simples.  Ela ficou super bem!  Mas antes que a chamem de ingrata, vou logo dizendo que o papai estava em casa essa semana, graças a Deus.
Bem, mas eu sobrevivi, claro.  Não vou dizer que o dia demorou para acabar, pois tinha tanto trabalho a minha espera, que ele passou rapidinho e, depois de... de... de... bem, depois de algumas ligações para casa, chegou a hora de voltar para o meu aconchego.  O papai levou a Fernanda, que a essa altura estava inconsolável querendo mamar, para me encontrar na saída do trabalho.  Como em um passe de mágica, toda a angustia foi embora quando meus olhos reencontraram a minha filhota.  E assim termina o primeiro capítulo de uma história que está apenas começando.
Agora a dúvida é: será que eu vou me acostumar? 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O dia em 8 rounds

1° round: acordar e dar mamar para Fernanda, que acordou 3 x durante a madrugada;
2° round: correr para a mesa do café e matar a fome rapidinho para depois tomar banho e disparar para o trabalho;
3° round: 8h chego no trabalho e fico até às 12h;
4° round: é meio dia e estou morrendo de saudades da Fernanda.  Correr para casa para encontrá-la e dar o seu almoço.  Se der tempo é bom eu almoçar, também;
5° round: dar mamar para Fernanda e colocá-la para dormir;
6° round: trabalhar mais 4 horas;
7° round: dar a janta da Fernanda, brincar com ela e depois colocá-la para dormir;
8° round: NOCAUTE!

sábado, 15 de outubro de 2011

O desafio da alimentação infantil

É minha impressão ou toda mamãe sempre acha que seu filho está comendo pouco?  E eu que pensava que me livraria dessa preocupação quando a Fernanda iniciasse a dieta com sólidos e sucos.  Pois é... mais uma vez me vem a certeza: quando você pensa que está entendendo ou que vai entender as coisas, tudo muda.

Uma semana após a introdução de alimentos sólidos, dúvidas e preocupações rondam a mente dos papais aqui.  Eu, particularmente, confesso que achava que o processo seria bem mais fácil.  Mas tem sido um teste de paciência, cheio de incertezas, esses últimos dias.´
A situação é a seguinte:  Fernanda até que aceita bem os sucos e frutas, mas tem horas que cerra os lábios e não quer de jeito algum.  Fico looooongos minutos, insistindo, insistindo, fazendo graça, brincando, para conseguir mais um gole (sim, gole, porque mamadeira ou copo de treinamento ela não quer de forma alguma, só toma líquidos em copos), ou uma "colheradinha". 
Mas é na hora do almoço que o bicho pega.  Apesar do pediatra ter alertado para não usar peneira ou liquidificador, tivemos que ceder à peneira.  A Fernanda não tem aceitado bem o alimento em forma de purê; a aceitação é melhor se estiver bem ralo ou líquido mesmo.  E aí está o problema... Até que ponto ela estará alimentada ingerindo somente o caldo da sopinha?  E se não aprender a comer sólidos?  E se eu insistir com os alimentos em forma mais consistente e ela passar fome? Não sei se é impressão, mas acho até que ela emagreceu nesses últimos dias.  Não sei o que fazer!

Para dificultar ainda mais, ela não aceitou a mamadeira.  Então a gente nunca sabe quanto de suco ou água ela tomou, porque com o copo sempre vai uma parte fora.  Por falar em "vai uma parte fora", que confusão que virou a minha cozinha.  Misericórdia! Voa prato, cai colher, chove feijão... E a propósito, alguém sabe se suco de laranja faz bem para a pele?  Eu espero que sim.

Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Primeiro 12 de outubro

Cá estamos nós, papais, falando de mais uma estreia da Fernanda.  Dessa vez vamos fazer o registro do 1° Dia das Crianças.  Com a palavra a criança mais linda, fofa, feliz e amada do mundo: a Fernanda!

Caros amigos, meu primeiro dia das crianças foi... foi... FELIZ! Aliás, como tem sido todos os dias da minha doce vida, com a minha família linda, que me enche de amor, cuidados e carinho. Infelizmente aqui na cidade que moramos não tem muitos lugares bacanas para uma criança da minha idade ir passear. Para falar a verdade, só tem mesmo o shopping que, diga-se de passagem, é o único da cidade e estava, literalmente, entupido de gente, não tinha nem onde o papai estacionar o carro. Acabamos voltando para casa e a compra do meu presentinho ficou para o dia seguinte. Mas a espera valeu! Ganhei um presente bem maneiro que eu A D O R E I!!! Abaixo mando uma foto para meus amiguinhos ficarem morrendo de inveja. Calma, calma! Quando vierem me visitar eu deixo vocês brincarem, também!


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ensaio geral

Dores, medos e inseguranças à parte, é hora de pensar no lado prático da coisa.

O fato: a partir do dia 17 sairei todos os dias às 7:45h de casa, retornarei por volta das 12:30h para almoçar, ficando em casa até as 14h, e retorno definitivamente pouco depois das 18 h.

Então, porque não, fazer um ensaio de como será, mais ou menos, esse dia? Isso mesmo! Vamos ensaiar. 

A ação:  eu finjo que não estou em casa, fico só olhado tudo e só me aproximo nos horários que eu estarei em casa. 

O resultado:  nossa! Como está sendo difícil!  Quero me meter toda hora, dar banho, trocar a fralda, fazer gracinhas, brincar, por para dormir... É o coração de mamãe, mais uma vez, falando mais alto.  Acho que a Fernanda não está entendendo nada: "ué, a mamãe está ali, mas tem hora que não me pega?!  Mas vamos continuar até sexta-feira.  Força, mamãe!

sábado, 8 de outubro de 2011

Fim da licença maternidade, o real corte do cordão umbilical

Imagine a seguinte situação:  durante 6 meses uma pessoa viver única e exclusivamente em função de alguém.  Mais que isso, viver colado com esse alguém, como gêmeos siameses, sabendo o que houve em cada segundo da vida dele, que hora acordou, comeu, tomou banho, fez cocô, chorou, brincou, passeou, tomou água, qual roupa usou e etc.  E um certo dia essa pessoa se dá conta que tudo vai ser diferente, que vai sair e não poderá levar o "alguém" consigo; o alguém que preencheu seus dias com sorrisos e alegrias, sem deixá-lo sentir falta de absolutamente nada.  Que terá que se privar de ver o seu rosto por horas (horas que parecerão dias) e de dar-lhe dezenas de beijos.  Imaginou?  O que você acha que sentiria?  Se você é uma mamãe que já tirou licença maternidade saberá responder e, com certeza, lembra de cada detalhe do primeiro dia em que teve que se separar do seu baby para retornar ao trabalho.
Desde o dia 14/03 afastada das minhas atividades profissionais para cuidar da nossa pequena, é chegada a hora de voltar à realidade e retornar ao trabalho.  Hora de enfrentar o meu, o nosso, mulher moderna, maior "drama": ser mãe e profissional.  A pouco mais de uma semana desse "acontecimento" me bateu uma insegurança abissal.  Não sei nem explicar esse sentimento.  Um monte de medos: medo que ela caia, bata a cabeça, não coma, se engasgue, escorregue no banho, chore muito e até mesmo o ridículo medo da minha filha esquecer de mim.  Vê se pode?!

Entre berçário, babá e parente, nós optamos pela babá.  O berçário, por mais profissional e organizado que seja, me remete à algo muito impessoal e nada me afastaria da sensação de ter abandonado minha filha com estranhos.  E com avós, tias, madrinha e tudo mais distantes, não me restou outra alternativa:  contratamos uma babá.  Acho até que fomos muito felizes na escolha, mas nem isso minimiza a minha tensão pré-retorno.

Já dizia o poeta: "...amar é estar preso por vontade...", e eu digo que nunca vi tanta verdade em apenas seis palavras.  Dia 17 é o dia.  Dia que vou guardar em minha lembrança para sempre e, com certeza, será o dia que mais desejarei ver findo.  Imagino o quanto será difícil para mim, para mim, grife-se, pois a Fernanda, graças a Deus, está bastante adaptada à sua babá e acredito que não sofrerá com minha ausência.  Contudo, sei que eu, como tantas outras mulheres que já enfrentaram essa situação, sobreviverei e meu coração, que agora não é mais totalmente meu, se acostumará à nova rotina e, pouco a pouco, a dor do real corte do cordão umbilical será aplacado e essa pequena separação diária não vai diminuir o nosso amor e cumplicidade.


Filha, a mamãe TE AMA como a própria vida!




sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Frutinha? Oba! Sopinha... Hum... Sei não!

Primeiro veio o suquinho: adorei!  Depois foi a vez das frutinhas amassadas (banana, maçã, mamão), caldinho de feijão e eu adorei, também.  Agora começou uma comidinha diferente... Papinha de legumes.  Estou em dúvida se eu gosto ou não.  Deve ser bom para mim, pois a mamãe deixa de me dar o meu peitinho para me dar essa papinha.  Mas eu ainda não me acostumei com o sabor.

Ganhei uma cadeira exclusivamente para a hora de comer.  Achei o máximo, pois fico bem alta e vendo tudo ao meu redor.  Só não sei se a mamãe achou "o máximo" a sujeira que eu fiz.  Eu estou em dúvida se gosto ou não de comer a papinha, mas amassar com as mãos é muito legal!


domingo, 2 de outubro de 2011

6 meses e batizado

Dias festivos! Alegria, alegria!  Nossa pequena está entre nós há 6 meses, já é quase uma mocinha.  E porque não festejar essa data com a apresentação da Fernanda à Cristo? Ótima ideia!

Nossa filha agora é cristã!

Foi um dia muito alegre, demos graças à Deus pela vida da nossa filha.  Muita felicidade!  Obrigada meu Deus!

Vejam algumas imagens do grande momento.